A questão do Sistema Penitenciário nacional voltou a ser debatido
após a morte de 56 presos no Complexo Penitenciário Anísio Jobim em Manaus
devido uma disputa entre o Primeiro Comando da Capital e os Amigos do Norte,
facções criminosas que disputam o controle interno das penitenciárias e o
tráfico de drogas dentro e fora delas.
O PCC, de São Paulo estende seus tentáculos pelo Brasil e América
do Sul, São Paulo se mostra incapaz de lidar com esse problema assim como o
Brasil.
O lucro é alto e não é de agora que políticos estão ligados
intimamente com essa quadrilha.
O
Sistema carcerário do país é falido faz tempo.
Posteriormente ocorreu em Roraima com cenas horrendas ocorridas
dentro desse presídio filmadas pelos próprios presos.
Arrancaram
as cabeças dos mortos e seus corações despejando-os em um balde.
O
STF decidiu pela indenização das famílias dos presos. A maioria das
pessoas abominou essa hipótese nas redes sociais.
Na
contramão eu fui a favor. O Estado é responsável pelo preso e não estou
presando pelo bem do criminoso, mas pelo controle rígido do Estado.
A
indisciplina e bagunça coletiva, apenas fortalece as facções. Os agentes
penitenciários não tem capacidade para comandarem a prisão e estão nas mãos dos
criminosos que os ameaçam.
Tráfico
de drogas, julgamentos externos, falsos sequestros, continuam gerando lucro
dentro dos presídios. E só há uma maneira do Estado tomar o controle: tendo prejuízo
cada vez que se mostrar incompetente.
E
o Secretário deveria responder criminalmente pelas mortes.
Acreditar
que o preso deve sofrer dessa maneira dentro dos presídios é uma falsa ideia de
vingança, pelo contrário, é exatamente o que os criminosos mais fortes querem
que aconteça, essa completa desorganização, assim podem lucrar.
E
alguém que comete um crime, mas não é criminoso contumaz, seja por um momento
de fúria, ou por matar alguém atropelado, por exemplo, cair lá, sem controle do
Estado, será capacho de criminosos e poderá ser obrigado a assumir os crimes
cometidos lá dentro.
Ministro Alexandre de Moraes
O
Ministro da Justiça, com outras palavras, acelerou o programa de Segurança
Nacional, que nunca houve, e em outras palavras já mostrou a intenção do
governo, que é soltar o maior número de presos possível.
Se
já não bastasse às saídas temporárias e os indultos. As audiências de custódia
já liberaram da cadeia milhares de presos.
Crimes
como furto de veículos, na prática não deixa o criminoso preso, e os índices vão
aumentando alarmantemente.
Ou
seja, deve haver prisão, penas maiores, menos regalias, fugir deve ser crime,
uso de celular dentro de presídio também, mas o Estado não pode permitir que a
qualquer momento haja rebeliões e se mostre incapaz de comandar a própria
prisão.
Não
há nada que preso odeie mais do que disciplina. Ordem.
Aproveitando
o fato, entidades e a mídia retornam com a velha história de que no Brasil
prende-se muito. Deixo o vídeo de Felipe Moura Brasil que explica isso melhor
do que ninguém. https://www.facebook.com/draculacriatura/ https://www.facebook.com/Combate-T%C3%A1tico-243935352476567/
Quem
acompanha as matérias desse blog já conhece meus pontos de vista referente à
Defesa Pessoal e Segurança Pública. Assuntos que sempre geram polêmicas e
opiniões diversas.
Sábio
aquele que consegue enxergar o outro lado, justificar suas posições ou até
alterar seus conceitos anteriormente estabelecidos.
Minha
missão em minhas aulas, hoje praticamente resumidas a Unidades da Polícia
Militar, é voltada para que o policial no tempo que dispões de seu treinamento,
muitas vezes sem nunca ter tido contato com artes marciais, é deixá-lo apto
para sobreviver nas ruas, não se exceder e alcançar seu objetivo, que irá desde
a dispersão até a imobilização para a condução e algemamento.
A
fim de atender um outro público, escrevi meu primeiro livro, COMBATE
TÁTICO
- Defesa Pessoal Urbana.
Então
entro no assunto que inspirou essa matéria: A Luta do Escritor.
Só
conseguimos entender os meandros de determinados assuntos quando nos envolvemos
diretamente com ele, então sabemos das dificuldades, ainda mais em um país em desenvolvimento
onde tudo parece ser mais difícil.
Sempre
escrevi bem e tinha vontade de fazer um livro técnico sobre Defesa Pessoal, que
realmente ensinasse algo ao leitor, tanto prático como teórico, longe de várias
obras na qual só servem para propagandear o autor e sua academia.
Descobri
que haveria basicamente duas maneiras para publicar (livro físico): através de
uma editora ou por conta própria.
Resolvi
fazê-lo por conta, ou seja, contratei a editora de um amigo, e paguei pelas
tiragens. Por sorte, esse meu amigo, Fábio, da Bueno Editora, também é fotógrafo e especialista na área de Artes
Marciais, sabia exatamente o que eu queria.
Dei
a ideia, e a partir de um desenho meu foi elaborado a capa.
Precisava
de alguém para participar me auxiliando com os golpes, então pedi para um grande
amigo, que já havia trabalhado comigo na Força Tática de um Batalhão da Polícia
Militar na Zona Sul de São Paulo, Marcos Oliveira, o Mestre Marcão, campeão e professor de Jiu Jitsu.
Foto do livro
Completei
o texto e iniciamos as fotos. Um trabalho penoso, pois nem sempre a imagem sai
exatamente como o programado, e teria que ser bem didática.
Paguei
caro por cada exemplar, devido a ser uma quantidade pequena para uma editora e
ter sido colorido.
Após
todo esse trabalho que resumi, da ideia ao resultado foram cerca de 3 anos,
tive que programar o lançamento. Local, som, convidados, divulgação, banner,
etc.
Resolvi
chamar alguns mestres de várias modalidades para realizarem apresentações,
consegui água, suco de frutas, e um bom tatame.
O
lançamento foi na Casa da Frontaria
Azulejada, no final de 2014. Apesar da forte chuva que impossibilitou a
chegada de alguns convidados, reuni mais de 100 pessoas, e também um canal da
internet, uma matéria no maior jornal de Santos e outra em uma emissora
regional.
Após
tudo isso, descobri que foi a parte fácil. Para manter as vendas é necessária a
divulgação. Livro é uma realização pessoal, não dá lucro em relação ao trabalho.
Tive
que aprender sobre isso e ainda bato muito a cabeça. Não sou um bom vendedor e
não gosto de ficar oferecendo muito menos constranger alguém a comprar um livro
meu.
Comecei
a usar a internet e por sorte, grandes figuras da mídia “internética” me deram
uma baita força, como Nando Moura, Bene Barbosa e Marcos Do Val.
Dessa
forma, o livro se espalhou pelo Brasil, sem estar em nenhuma livraria, apenas
pelo correio e contato pelo Blog e minha fanpage do face book.
Não
demorou muito para eu dizer a mim mesmo que “jamais escreveria novamente um
livro”.
Porém...
Quase
ao mesmo tempo que havia iniciado o COMBATE TÁTICO,
resolvi escrever um Romance de Fantasia Fantástica de Terror, na época nem
sabia que seria classificado como tal.
Então
fui me interessando não só pelo que escrevia, mas como fazê-lo da melhor forma
possível, comecei então a aprender e ainda aprendo sobre técnica literária.
Já
tinha título e estava em andamento - A Vingança de Drácula.
A
história iniciava logo após o fim do romance de Bram Stoker, com a ressurreição do vampiro, que agora além de
reiniciar seus planos de conquista da Europa, queria vingança com aqueles que
quase o mataram.
A
aventura se passa em vários países da Europa e conta um pouco da geografia,
costumes e folclore da cada um. Os fatos históricos da época se intercalam com
os personagens, além de reunir personagens verdadeiros e de outras obras de
terror da mesma época.
A
dificuldade foi imensa, em encaixar os personagens de acordo com a obra de
Stoker e acompanhar o desenvolvimento histórico daquele século, sem falar em
lendas e tradições relacionadas a vampiros e lobisomens, até mesmo alguns fatos
reais ocorridos.
Ainda
não estava habituado a estrutura e tempos verbais organizados, e tive que
aprender e me ater a isso, mesmo assim, hoje corrigiria alguns detalhes.
Comprei
livros, assisti documentários sobre tudo a respeito, época, vampiros,
escritores, etc. Sem contar na maratona de filmes que vi e revi de
Drácula. Minha alma estava naquele projeto.
Com
muito custo, o livro ficou pronto. Depois revisei e reestruturei algumas
coisas, sem deixar perder a alma do objeto.
E
agora?
Poucas
pessoas sabem, mas é muito difícil uma editora publicar algo de um
desconhecido.
As
histórias de grandes escritores contemporâneos são tão interessantes quanto
suas próprias histórias. Uma luta enorme até atingirem o sucesso, e outros tão
bons ainda estão nessa luta. Eu estou apenas começando.
É
só ver como foi para Paulo Coelho, André Vianco, Raphael Draccon, e ainda está sendo para M.R. Terci, um grande escritor e hoje amigo.
Esses
acima tentaram em diversas editoras e foram recusados, e por ironia, com originais
que se tornaram BestSelers posteriormente. Assim como outros
escritores estrangeiros, talvez o caso mais icônico seja Harry Potter.
Algumas
grandes editoras chegam a receber 20 originais/dia. Pesquisei quais publicavam
sobre o assunto e estavam dispostas a receber originais. Enviei vários e-mails
para diversas editoras que nem me responderam, exceto uma que propôs para que
eu pagasse parte da edição, porém eu não estava interessado.
Meu
amigo J.R.R. Abrahão, também
escritos e mago, conseguiu uma entrevista comigo na Editora Madras, então pude vender meu “peixe” pessoalmente.
Pediram
um tempo para avaliarem e eu fiquei esperando segurando minha ansiedade. Imaginei
que, caso se interessassem, solicitariam algum tipo de alteração no conteúdo,
objetivando algo mais comercial.
Um
belo dia recebi uma carta com o contrato da Madras e para minha surpresa, não
exigiram nenhuma alteração.
Um
contrato padrão. Para quem não sabe o autor recebe 10% do valor de capa em cada
unidade vendia, sujeito a promoções. E isso é á longo prazo.
Foi
um trabalho muito bom, fiz sugestões para a capa, e até algumas figuras ilustrando
o início de cada capítulo.
Concederam-me
a oportunidade de receber meus direitos em livros, 10% do total, mais alguns
exemplares do autor, isso me possibilitou fazer minhas próprias vendas.
Como
disse anteriormente, apesar de todo o esforço, esse é apenas o início do
trabalho. Apesar da editora fazer a distribuição e divulgação em seu site, o
autor precisa fazer a parte dele, ou ficará esquecido.Se não vender, a editora
não se interessará por novos livros.
O
escritor começa a se tornar conhecido a partir de seu terceiro ou quarto livro,
o leitor se identifica com o estilo e começa a procurar por suas obras.
No
meu caso foi mais difícil, pois eu já tinha um público mais ou menos formado
para Defesa Pessoal, e agora mudava completamente o foco.
Isso
consumiu muito de meu tempo. Participei do lançamento na Bienal Internacional do Livro de São Paulo, fiz outro lançamento em
Santos, participei da Santos Comic Expo
e um bate papo junto com feras, como André
Vianco e o pessoal do Lenda Urbana,
na biblioteca Villa Lobos.
Saí
em algumas matérias, entre elas uma muito legal em minha casa, pela rede
Record.
Reforcei
minha fan page, Davidson Abreu - livros
e pensamentos, que devagarzinho foi chegando aos 5 mil seguidores.
Mesmo
assim, as coisas não eram fácil. Algumas resenhas surgiram positivamente, mas alguns
dos youtubers mais conhecidos por suas resenhas cobravam por serviços desse
tipo, e eu não estava disposto a isso. A vida é dura.
O
país atravessava sua pior crise, e livro é algo que não é de primeira necessidade.
O
valor de impostos sobre o livro chega a mais de 30%, e ainda concorria
diretamente com deuses como Stephen King,
sem falar que o Brasil não é conhecido por ter um grande número de leitores.
Outra
questão são os e-books, que apesar
de democratizarem a escrita, também dificultavam a exposição de matéria de
qualidade no meio de muita coisa mal feita, sem o cuidado da edição ou
revisões.
No
meio disso tudo, do meu emprego que me sustentava, ainda tinha que escrever
mais.
Finalizei
um conto baseado em uma história verdadeira de Santos, chamado de O Fantasma do
Paquetá, a pedido da Ghost Club, a
mais antiga associação de investigação paranormal do mundo, situada na Inglaterra,
entre seus membros estão Sir Arthur Conan
Doyle e Peter Cushing.
Continuei
a estudar a fim de aprimorar minha técnica, e acompanhei mais atentamente a
dificuldade de grandes talentos na área. Nesse tempo terminei outro romance,
intitulado provisoriamente de Eu,
Vampiro.
Como
tudo o que escrevo, tento impor um diferencial, além de uma história cativante
e sedutora. Nesse caso é a situação da Segurança Pública no Brasil, a violência
e situação que se encontram as periferias, além da ligação de políticos com o
crime organizado. Um assunto que conheço muito bem. Logo farei minha
apresentação a editora.
Ainda
continuo quebrando a cabeça a fim de fazer uma boa divulgação e continuar
escrevendo. Estou trabalhando em outro romance, e tenho cerca de dez outros títulos,
apenas com ideias e um esqueleto da história.
E
se você tem vontade de ser escritor, se agarre em seus sonhos. Não é nada
fácil, faça de coração, por prazer, que os frutos vão chegando aos poucos.
Ainda
estou regando minha árvore, dia a dia, vendo ela crescer. Aguardando os frutos,
então terei que protegê-los das pragas e até de ladrões.
Interessados
em comprar algum dos meus livros ou em um bate papo sobre o assunto entrem em
contato comigo nos endereços abaixo:
Amigos, estive um tempo afastado do blog, devido a estar trabalhando com afinco em outros projetos de livros e também trabalhar bastante em minhas fanpage.
Sobre outros temas e livros que estou escrevendo. O próximo a ser editado esse ano (2016) será A Vingança de Drácula, editora Madras, um romance de literatura fantástica de terror que envolve personagens fictícios, do romance de Bram Stoker e personagens históricos reais.
Para quem quiser adquirir meu livro e chaveiro, entrem em contato comigo no face book.
Finalmente
o lançamento do livro COMBATE TÁTICO –
Defesa Pessoal Urbana.
Será
realizado quinta feira dia 13 de novembro a partir dás 19h na Casa daFrontaria Azulejada, situada na Rua do Comércio 96, Centro Histórico de Santos/SP
O
local é uma das mais significativas obras arquitetônicas da cidade construída
em 1865 pra servir de residência e armazém do Comendador português Manuel
Joaquim Ferreira Netto.
Sua
fachada tem influência neoclássica formada por azulejos em alto relevo
importados de Portugal.
A
recuperação da fachada ocorreu em 1992 e foi aberto oficialmente ao público
para eventos em 2005.
O clima rústico do ambiente é propício para as apresentações de
Artes Marciais reforçando ainda mais o espírito guerreiro de cada atleta a se
apresentar.
O livro trata do tema Defesa Pessoal Urbana,
que visa preparar o cidadão de bem para sobreviver nas cidades de nosso país
cada dia mais violento.
No
local ocorrerá a venda dos livros com um brinde e dedicatória do autor.
E
também apresentações de Defesa Pessoal e Artes Marciais como Hapkido, Jiu Jitsu, Karate, Ninjutsu, Kobudo, Aikido e com a presença de José Roberto Romeiro Abrahão, idealizador do grupo Sobrevivência Urbana.
Contaremos
com ilustres presenças de diversas áreas e também de grandes Mestres da região.
Teremos
ampla divulgação no local e o acompanhamento da Bueno Editora, a maior editora
nacional especializada em Artes Marciais.
O
Sistema COMBATE TÁTICO se divide
entre Defesa Pessoal:
Urbana
e Militar.
Urbana
– situações de risco nas cidades.
Militar
– situações de risco relacionadas a profissões que envolvem grupos de
segurança.
A
Militar subdivide-se em:
Policial
e de Guerra.
POLICIAL
– não apenas para forças policiais, mas para forças de segurança públicas ou
privadas, como Polícia Militar, Civil, Federal, Rodoviária, Guardas civis
municipais, agentes de segurança penitenciário, segurança privada, etc.
O
principal foco dessa subdivisão é a imobilização, condução, técnicas do uso de
tonfa, algemamento, defesa contra facas, armas de fogo deporte, controle de
distúrbios civis, etc.
GUERRA
– militares ou paramilitares em situação de guerra ou qualquer conflito em que
pese à defesa do território ou dos interesses de seu país.
Nesse
caso o desfecho muitas vezes é a eliminação do inimigo, chegando a envolver
captura, sequestro e silenciamento de sentinela.
Mas
o foco dessa obra é a Defesa Pessoal Urbana. Pura, direta e honesta.
Sem
golpes mirabolantes ou imagens que nada ensinam, apenas envaidecem o autor.
Devemos
ter em mente também que Defesa Pessoal não é apenas aprender a aplicar alguns
golpes, mas sim ter uma postura e atitude defensiva, sabendo utilizar tudo a
seu favor, entender o princípio da oportunidade, criar facilidade, escolher o
melhor caminho entre o ataque e a fuga, trabalhar a prevenção.
É
ensinada a diferença entre a Defesa Pessoal e as Artes Marciais, mesmo estando
intimamente ligadas.
Os
golpes e até as defesas são violentos, pois são realistas.
Porém
o intuito é cessar a injusta agressão em plena legitima defesa.
O
autor teve o cuidado, devido a sua formação acadêmica em Ciências Sociais e
Jurídicas, em apresentar noções básicas de direito penal a fim de que o leitor
aja com responsabilidade.
O livro já pode ser adquirido diretamente com o autor R$ 35,00 + frete
Contato - facebook - Davidson Abreu
Fan Page - Combate Tático
Ou pela Bueno Editora - http://www.buenoeditora.com.br/shop/
São
explicadas em uma maneira esclarecedora as diferenças entre um atleta, um
instrutor, professor, técnico e um mestre.
Acredito
que defesa pessoal é um ato de amor consigo mesmo e em defesa daqueles que
amamos.